
E se falou em manchinha no banco...
Nossas imaginações brotaram
Sonhou-se com uma rua arborizada
Nenhum carro, apenas sombras
Paredes, muros, reentrâncias...
Um beijo, mãos passeando
A pele aos poucos se expondo
Suas mãos encontram minhas pernas
Elas não param de brincar
Cola seu corpo ao meu
O calor queima a nossa pele
Sinto você entre minhas pernas
Aperto-te entre minhas coxas
Dois aventureiros do amor,
Invades meu corpo...
Corpos colados fundidos
Movimentos sinuosos, dança do sexo
Os corpos se esfregam dentro e fora
A intensidade crescendo
Suas mãos cravadas em meu corpo
O cérebro se esvaece
Só o corpo sente só ele age
Voamos para o prazer que nos chama
Para o delírio que se avizinha
Descobrindo o prazer em sua mais bela essência
Agarras cada pedaço do meu corpo,
Até a explosão não permitir outra sensação
Inunda-me de prazer
Gemidos, sussurros, corpos ofegantes
Mãos raladas no muro
Mas tivemos uma testemunha,
A Lua
Nenhum comentário:
Postar um comentário