
No silêncio da noite
Madrugada adormecida
O vento soprando tua pele
Este toque me arrepia,
É como que levitar o corpo!
A alma!... Ao vento!... Ao espaço!...
È de uma suave leveza
Me levando para outras dimensões
Em um beijo de olhar... toco sua pele
Que é orvalho, é entrega,
Que comprime, dilata e aperta
São os segredos, os sentidos
É linho em malha de seda
Que abrasa dentro de ti...
E me queima de febre, de sede
Sem disfarce, minha vontade
Esgarça-se como o rude linho.
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